quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fábulas de um Amor, doído amor

         " Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso. Será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso. Será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não. Amor não se pede, é uma pena. É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe.
          Quisera eu poder resolver tudo o que me aflige, acabar de vez com esse Carma ou até mesmo o Dharma que não se manifesta intensamente, como eu sou.  Eu posso ter tudo, tenho muitas oportunidades, sou de certa forma  um show de pessoa, mas algo me falta."
          Desejo que você possa melhorar, que ache um novo talvez "velho" amor por que de amor é que se vive, minha cara. E no fim de tudo, sorria, aquele sorriso que tanto me cativa, mas não conta pra ninguém, detesto expressar emoções!


                                              

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